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O Sonho de Óengus

oengus

Aislingi Oengusai innso
O Sonho de Óengus aqui

I

Bui oengus hindaidqi naile inachotlud confacca ni hinningin chuici arcrannsiuil do. Issi issailldem rombui indhere. Luid oengus do gabail allaimiu diatabairt chuicci ina imda. Connfacco ni foscenn uád opunn ni confidir cia aralaid huad. Bui ann coharauaruch. nipoo slan laiss amenmu. Dogeni galar ndo indelb atconnuirc cinaaccalluib. Ni conluid biud inaueolui. Bui ann doagad dono aitherruch. Confacco timmpan ina laim issbinnium bui. Sinnid ceul do contuil friss. Biid ann coharobaruch Nicho roproinn dono arauharuch.

Certa noite, Óengus (1) estava adormecido quando viu algo semelhante a uma jovem que se aproximava da cabeceira de sua cama e era ela a mais bela mulher de Ériu (2). Ele tentou pegar sua mão e puxá-la para sua cama, porém, ao recebê-la, ela subitamente desapareceu sem que ele soubesse quem a levara. Ele permaneceu na cama até a manhã. Contudo, sua mente estava agitada: a forma que vira, mas com que não havia falado, estava deixando-o aflito. Alimento algum entrou em sua boca nesse dia. Ele aguardou até o anoitecer e viu então um saltério na mão dela e ela tocou para ele até adormecer. Assim ele permaneceu por toda a noite e, na manhã seguinte, nada comeu.

II

Bliadain lain do 7 si ocaaithidig fonseol sin. con docorustar hisercc. Ni connebuirt frianech. Foceird iarum 7 nifitir nech cid rot mbui. Doeccmalldur lege herinn. Ni confetatarsin cid rombui hissennath. Etha cofergne liaig conchobuir. Dotetside chuicce. Atngneadsin inaghad hinduine ingalur nombid fair ocus adgnied dindied notheche dintich allin nombid conngalar ann. Atgl adustair forleith ate nibeoga do imtecto olfergne sercc tecmuis rotcaruis. Adruimiduir mogalur form oroengus. adrochart imdrochcraide. ocus nirolamuir nech aepert frianech. Is fir deid oroengus domfainicc ingin alluinn incrothusa issailldem. indherea connecuscc derrscaithe. Timpan inallaim conidsennud dam cachnaidqi. Ni ba olfergne rotogad duitt cairdius frie. 7 fuiter uait cusinmbouinn codmadair cotuchuid dotaccalluim. Tiagar chuicce. Tic iarum anboann. Bui ogfrepad infiursi olfergne donfainicc galar nainches.

Passou-se um ano inteiro e ela continuou a visitar Óengus, de modo que este apaixonou-se por ela, mas não o disse a ninguém. Caiu então doente, mas ninguém sabia o que o afligia. Os médicos de Ériu reuniram-se, mas não puderam descobrir o que estava errado. Convocaram então Fergne, o médico de Conchobur (3), e Fergne veio. Este podia dizer pelo rosto de um homem qual era a doença, assim como podia dizer pela fumaça de uma casa quantos enfermos havia ali dentro. Fergne examinou Óengus separadamente e disse-lhe: “Nada encontro, mas é o amor que está ausente.” “Adivinhaste minha moléstia”, disse Óengus. “Foi no coração que adoeceste”, disse Fergne, “e não ousaste contá-lo a ninguém.” “É verdade”, disse Óengus. “Uma jovem veio a mim. Suas formas eram as mais belas que jamais vi e excelente o seu aspecto. Em sua mão havia um saltério e ela tocava para mim a cada noite.” “Não importa”, disse Fergne, “o amor por ela tomou conta de ti. Enviar-te-emos a Bóand (4), tua mãe, para que ela venha e fale contigo.”

III

Adfiadot ascéla donbouinn. Bid oc frecor ceill diamathuir olfergne donanicc galar nainches 7 timcillter huait herea huli duss indetar huait ingin incrothaso atconnarc domac. Bid hocsuidiu cocenn mbliadna. Nicon frith ni cossmuil di. IS iarsin congairther fergnie doib aitherruch. Nicon frith cobair issin niso olbounn. Aspertt fergne fuiter cusindagdo tuidecht doaccallaim amaicc. Tiagar gusindagdo. Ticcside aitherruch. Cid dianom congrad. doairle domicc arinbounn. IS ferr duit achobair. Is liach adolu himugu. Ataasircc. rochar sercc tecmuis 7 niroachuir achobuir. Ciatorbo moaccalluim orindagdu nimo moeulus anda thaisi. Mo ecin orfergne isstu riside nerinn 7 tiagar uaib cobodb risidi muman ocusisdeilm aeolus laherinn huili.

Chamaram Bóand e ela veio. “Fui chamado para ver este homem, pois uma enfermidade misteriosa o havia tomado”, disse Fergne e contou a Bóand o que acontecera. “Que sua mãe cuide dele”, disse Fergne, “e que busque por toda Ériu até encontrar a forma que seu filho viu.” Realizou-se a busca durante um ano, porém não se encontrou ninguém semelhante à jovem. Assim, Fergne foi novamente chamado. “Não se encontrou remédio nenhum para ele”, disse Bóand. “Chamai então o Dagda (5) e que ele venha e fale a seu filho”, disse Fergne. O Dagda foi convocado e veio, perguntando: “Por que fui chamado?” “Para aconselhares teu filho”, disse Bóand. “É justo que o ajudes, pois sua morte seria uma lástima. A ausência do amor dominou-o e não se encontrou para ele remédio algum.” “Por que mo dizeis?”, perguntou o Dagda. “Não é maior que o vosso o meu conhecimento.” “Certamente é”, disse Fergne, “pois és o rei dos Síde (6) de Ériu. Manda emissários a Bodb (7), pois ele é rei do Síd de Mumu (8) e seu conhecimento espalha-se por toda Ériu.”

IV

Etha cosuidiu. Feruidside failti friu. Fochenn doib olbodb amuinnter indagdo. Ised doroachtmar. Scélai lib arbodb. Est linniu Oengus mac indagdai hisiurcc dibliadna. Cidtas orbodb. Atconnuircc ingin inaco tlud. Niconfetamur indhereo ciahairm ata indingin rochar 7 atconnuirc. Timarnath duit ondagdo concomthastar huait fondherin ingen incrothusai 7 indecuisc. Conniastar albodb et ethar dal mbliadna friumb cofeissiur fisscél. Dolluid cinn mbliadna cotech mboidb cosid fer femoin. Toimchiullu hereo hule cofuair indingen acloch bel draccon occruitt cliach Tiagair uadib dochum indagdo. Fertair failte friu. Scéla lib orindagdo. Scela maithe fofrith indingin incruthso asrubartait. Timarnad duit obodb. Toet ass oengus linni adochum dus indaithnge indingin condoacathar.

Mensageiros foram então enviados a Bodb e foram bem recebidos. Bodb disse: “Bem-vindos, enviados do Dagda.” “Para isso viemos”, eles responderam. “Tendes notícias?” Bodb perguntou. “Temos: Óengus, o filho do Dagda, está há dois anos apaixonado” eles responderam. “Como se deu isso?”, Bodb perguntou. “Ele viu uma jovem em seu sono”, eles disseram, “mas não sabemos onde pode ela ser encontrada em Ériu. O Dagda pede que procures em toda Ériu por uma moça de sua forma e aparência.” “Essa busca será feita”, disse Bodb, “e será realizada por um ano, para que eu possa ter a certeza de encontrá-la.” No final do ano, os homens de Bodb retornaram a ele em sua casa em Síd ar Femuin (9) e disseram: “Percorremos toda Ériu e encontramos a jovem em Loch Bél Dracon (10), em Cruitt Cliach (11).” Mensageiros foram enviados ao Dagda então; ele recebeu-os e disse: “Tendes notícias?” “Boas noitícias: uma jovem da forma que descreveste foi encontrada”, disseram. “Bodb pediu que Óengus voltasse conosco para ver se ele a reconhece como a jovem que ele viu.”

V

Docomlat ass iarum oengus 7 amuinter dochum hicrichi. Teit bodb laiss conarlustar indagdo ocus inbounn ocbrug micc indoicc. Atfiadad ascéla doib 7 atcuadadar do ib amal bui etir cruth 7 ecuscc amal atconncatar 7 atcuadatar ahainm 7 ainm a hathar 7 asenathar. Nisegdo dunn orindagdo nacumcem dosocht. Anni bud maith duit adagdo orbodb eircc dochum nailella 7 medbo arissleo bith inacoiccid hiningen. Tet indagdo combui hitirib connacht. Tri .xx. carpat allion fertha failte friu laissindrig. ocus inriguin. Battar .uii.muin lana hiccfledugad iarsin imchormuib doib. Cidumubracht olinri. Ata ingen latso hitferunn orindagdo ocus ruscar momacsoi. ocus dorigned galar do. Dodechuso cuguib dus intartaid donmac. Cuich olailill. Ingiun ethuil anbuail. Ni linne acumacc arailill ocus medb diacoemsamuis dobertha do hi.

Depois disso, Óengus e seus homens retornaram a sua própria terra e Bodb foi com eles visitar o Dagda e Bóand em Bruig ind Maicc Oic (12). Eles contaram as novas: como a forma e a aparência da jovem eram precisamene como Óengus vira e disseram seu nome e os nomes de seu pai e de seu avô. “É uma pena que não a possamos buscar”, disse o Dagda. “O que deveis fazer é ir a Ailill e Medb (13), pois é no território deles que a jovem está”, disse Bodb. Então o Dagda foi a Connacht e três vintenas de carruagens com ele. Receberam as boas-vindas do rei e da rainha e passaram uma semana festejando e bebendo. “Qual a razão de vossa viagem?”, perguntou o rei. “Há uma jovem em vossso território”, disse o Dagda, “pela qual meu filho apaixonou-se e agora ele caiu doente. Vim para ver se a darás a ele.” “Quem é ela?”, Ailill perguntou. “A filha de Ethal Anbúal”, o Dagda respondeu. “Não temos o poder de dá-la a ti”, disseram Ailill e Medb.

VI

Ani formaith congarar ri hintsidiu chucuib or dagdo. Teid rectairiu Ailella chuice. Timarnad duit oailill 7 medb dola diao naccallaim. Niragsa orse nitibur mo ingiun domac indagdo. Fosagur co hailill innisin. nihetar fair atuidacht. rofittir inni da congarar. Ni ba ar ailill do ragasom 7 dobertar cenna alaeg laiss. Iarsin coteirich teglach ailella 7 muinter indagdo dochum inshidui. Indrit insid nuili. Dusmberat .tri .xx. cenn as ocusinrig combui hicruachnuib hindergabail.

“O melhor então seria que o rei do síd fosse chamado aqui”, disse o Dagda. O administrador de Ailill foi a Ethal Anbúal e disse: “Ailill e Medb solicitam que venhas e converses com eles.” “Não irei”, Ethal disse, “e não darei minha filha ao filho do Dagda.” Isso o mordomo repetiu a Ailill, dizendo: “Ele sabe porque foi chamado e não virá.” “Não tem importância”, disse Ailill, “pois ele virá e com ele as cabeças de seus guerreiros.” Depois disso, os da casa de Ailill e os homens do Dagda levantaram-se contra o síd e destuíram-no. Trouxeram consigo três vintenas de cabeças e encarceram o rei em Crúachu (14).

VII

Is iarum ismbert ailill frihethal nanbuill. tabar do ingiun domac indagdo. Nicuimcim orse is mo acumachta indu. Ced cumacht mor fil leu arailill. Ni hansa bith indeilb euin cachlabliadna. In bliadain aill indeilb duiniu. Cissi bliadain uhis indeilb euin orailill. Nilimsu ambrath olaahathair. Dochenn dit olailill manicisne. Nibasia chuice damso orse. Atbersa orse islerigtirsin rongab sid occai. In tsamfuinsi isnessam biaid indeilb eoín. ogloch bel draccon 7 focichsither saineuin le ann 7 biaid tri .l. ait ngeisi impi 7 ata aurgnum limso doib. Niba limso iarum arindagdo. ore rofetar ahaicniud dusfucso.

Ailill disse a Ethal Anbúail: “Dá tua filha ao filho do Dagda.” “Não posso”, ele disse, “pois o poder dela é maior que o meu.” “Que grande poder ela possui?”, Ailill perguntou. “Permanecer sob a forma de um pássaro todos os dias de um ano e sob a forma humana todos os dias do ano seguinte”, Ethal disse. “Em que ano ela estará sob a forma de um pássaro?, Ailill perguntou. “Não está em mim revelá-lo”, Ethal respondeu.” “Não estará em ti tua cabeça”, disse Ailill, “a não ser que nos contes.” “Então não mais o esconderei, mas vos direi, já que sois tão persistentes”, disse Ethail. “No próximo Samuin ela estará sob a forma de um pássaro. Ela estará em Loch Bél Dracon e com ela belas aves serão vistas, três vezes cinquenta cisnes ao seu redor e cuidarei para que assim seja.” “Isso não importa”, disse o Dagda, “pois sei a natureza que lhe impuseste.”

VIII

Dogniter iarum cairdius leir i. ailill 7 ethal 7 indagda 7 saertar ethal as. Celebraid ind dagda doib. Ticc indagda diatig 7 atfet ascelo diamacc. Eirc monsamfuin isnesum coloch bel dracon codogairiu cugat donloch. Teit mac oug combui og loch bel dracon confaco enfinn forsinloch conaslabraduib airccide cocuircesaib oirdib immo cennuip. Bui oengus indeilb daenachtu forbru inlochui. Congauir indingen chuici. Tair domaccalluib achaer. Ciadomgair orcaer. Cotagair oenguss ragaid dianomfoemuid artheniuch cotis indloch mofrithisi. Fotisir orse Taeta chuici. Foceirdsium dilaim fuirri. Cotlat indeilb die geisiu cotimc iullsat indloch fotri. Nabet nabumeth nenig dosum. Tocomlat ass andeilb da eunfinn combatar ocinbrug micc innoicc. ocus cachnatar coiccetul ciuil coucorustar inaduiniu hisuan tri la 7 .iii. haidqi. Anuiss laiss inningen iarsin. Is de sin robui cairdius inmicc oig. ocus ailella 7 medbo. Is de sin dochuaid oenguss xxx.cet.cuhailill 7 me-do thain nambo acuailngne. Conidde aislingiu oenguso micc indagda ainm insceuil sin isstain bo cuailngne. FINIT.

Foram feitas paz e amizade entre Ailill e Ethal e o Dagda e então o Dagda se despediu deles e foi para sua casa e contou a notícia a seu filho. “Vai a Loch Bél Dracon no Samuin”, ele disse, “e ali a chama para ti”. Então o Macc Óc foi a Loch Bél Dracon e ali viu três vezes cinquenta aves brancas com correntes de prata e cabelos dourados em suas cabeças. Óengus estava em forma humana na margem do lago e chamou a moça, dizendo: “Caer, vem e fala comigo!” “Quem me está chamando?”, perguntou Caer. “Esse é Óengus”, ele disse. Então ela foi até ele. “Irei”, ela disse, “se me prometeres que poderei retornar à água.” “Prometo-o”, ele disse. Ela foi até ele então. Ele envolveu-a em seus braços e eles dormiram sob a forma de cisnes até circularem o lago três vezes. Assim ele manteve sua promessa. Eles partiram na forma de duas aves brancas e voaram para Bruig ind Maicc Oic e ali cantaram até que todas as pessoas dentro caíssem adormecidas por três dias e três noites. A jovem permaneceu com Óengus depois disso. Foi assim que surgiu a amizade entre Aillil e Medb e o Macc Oc e é por isso que Óengus enviou trezentos para o ataque às vacas de Cúailnge (15). Por isso este conto chama-se “O Sonho de Óengus, filho do Dagda” no Táin Bó Cúailgne. FIM.

1) Óengus (irlandês antigo), Aengus (irlandês médio), Aonghus (Irlandês moderno), é filho do Dagda e de Bóand, considerado o deus do amor, inspiração poética e protetor da juventude. Também é chamado Óengus Óc (Óengus, o Jovem), Mac Óc (o Jovem Filho), Mac ind Óc (Filho da Juventude). O nome significa “Única Escolha”.
2) A Irlanda.
3) Filho da princesa Ness e do druida Cathbad, Conchobur era o rei de Ulaid (Ulster, a província ao norte da Irlanda), cujo trono obteve graças a um ardil de sua mãe.
4) Ou Bóann, é a deusa do Abhainn na Bóinne (Rio Boyne) em Laigin (Leinster, a província a leste da Irlanda). Seu nome significa “Vaca Branca”.
5) “Deus Bom”, rei das Tuatha Dé Danann, possuidor da clava que dá a vida e a morte e do Caldeirão da Abundância.
6) Plural de síd; são os montes encantados, antigos túmulos megalíticos onde as Túatha Dé Dánann ocultaram-se depois da derrota pelos Mac Miled na Segunda Batalha de Mag Tuiread.
7) Bodb Derg (Bodb, “o Vermelho”), filho de Eochaid Garb ou do Dagda, a quem sucedeu como rei das Túatha Dé Dánann.
8) Munster, a província ao sul da Irlanda.
9) Hoje Sliabh na mBan, Slievenamon, “Colina das Mulheres”, uma referência às Feimhin, mulheres encantadas, que habitavam esse local em Tiobraid Árann, isto é, Co. Tipperary, Munster.
10) “Lago da Boca do Dragão”.
11) Cruitt significa “harpa”. Cliath (“pertencente a Clui”) é o genitivo de Clui, nome da área que circunda Cnoc Áine (Knockainy, “Colina de Áine”), em Luimneach (Limerick), na província de Mumu (Munster).
12) Brú na Bóinne, “Palácio do Boyne”, isto é, Newgrange, o maior e um dos mais importantes sítios megalíticos da Europa, morada de Óengus que anteriormente pertencera ao Dagda. É um síd, Sí an Bhrú.
13) Ailill mac Máta e Medb ingen Echach Feidlich, rei e rainha de Connacht no ciclo lendário de Ulaid. O primeiro marido de Medb foi Conchobur mac Nessa.
14) Isto é, Ráth Cruachan, “Fortaleza de Cruachan”, antiga capital de Connacht, em Contae Ros Comáin (County Roscommon).
15) Isto é, o Táin Bó Cúailgne, a grande narrativa épica do Ciclo de Ulaid. Conta a batalha entre os soberanos de Connacht, Ailill e Medb, e as forças de Ulaid, capitaneadas pelo guerreiro Cú Chulaind, com o fim de obter a posse do touro Donn Cuailnge (“Castanho de Cooley”).

Tradução: Bellouesus /|\

Fonte do texto irlandês: Ms. Egerton 1782, fol. 70a, l. 22 – fol. 71b, l. 10, British Museum, texto editado por Patricia Kelly, publicado por Thesaurus Linguae Hibernicae, University College Dublin, Belfield, Dublin 4, 2006. Disponível aqui.

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